Situação da pandemia

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 O secretário de Saúde fez um breve relato das ações que a Secretaria de Saúde do município está desenvolvendo visando o enfrentamento da Covid-19.

Primeiramente o secretário falou sobre a atual situação do sistema hospitalar devido ao aumento no número de caso. “A situação é de colapso pois o momento é gravíssimo. Estamos com hospitais lotados, e o Hospital e Maternidade Oase não tem nenhuma vaga na UTI e está situação é igual em todo o estado”.

Sobre o trabalho da Secretaria de Saúde, Alfredinho afirma que todos os profissionais estão tentando fazer a sua parte, em especial nas unidades de Saúde para que somente os casos mais graves possam ser encaminhados para o Pronto-Socorro Respiratório junto ao Hospital e Maternidade Oase. “A população precisa ter muito discernimento para saber para onde irá se deslocar e que tipo de serviço procurar. Sempre, primeiro procurar as unidades de Saúde, que neste momento estão priorizando os atendimentos de pessoas com sintomas relacionados à Covid”.

O secretário relatou ainda sobre os procedimentos adotados nas unidades de Saúde para avaliar os pacientes acometidos pela doença. “Primeiro é preciso realizar a escuta do paciente, pois toda consulta Covid é muito mais demorada. Tem que se avaliar e ver o tempo que está com sintomas, para depois agendar o exame na Central de Covid no Centro. Após o exame, se positivo, poderá retornar à unidade de Saúde onde receberá o tratamento de acordo com a conduta médica de cada unidade de Saúde”.

Alfredinho também destacou sobre os principais sintomas que as pessoas com Covid-19 apresentam e que as pessoas com sintomas não devem sair de casa e ficar passeando pela cidade para contaminar outras pessoas.

Outra questão são os casos de pacientes que já tiveram mais de uma vez o vírus. “Mesmo que você já teve o vírus precisa se cuidar pois podem sim ser acometido pela Covid-19 novamente”.

No decorrer da entrevista o secretário falou ainda sobre a vacinação e perspectivas para a vacina chegar para a comunidade. “Temos mais de 500 idosos de 80 a 84 anos, e chegaram apenas 140 doses para esta semana serem aplicadas neste grupo, sendo que nem terminamos de vacinar os profissionais da Saúde”, observa Alfredinho ressaltando que tem profissionais dentro do Hospital que ainda não receberam a vacina. “Estamos recebendo poucas doses e temos muitas pessoas para imunizar!”.

O secretário fez ainda uma avaliação sobre o porquê no aumento do número de casos da Covid-19. “O maior problema está nas confraternizações familiares, pois você abraça, beija sem distanciamento e sem preocupação vindo a contaminar a família inteira. É hora de a gente cuidar, abrir mão destas reuniões. Evitar reuniões e aglomerações é o fundamental para diminuir o contágio do vírus”.

Falta de profissionais medicação também foram tópicos abordados pelo secretário. Para finalizar Alfredinho deixou uma mensagem à população com relação à pandemia: “filhos cuidam de seus pais, mas acima de tudo o melhor remédio que existe é amar o próximo, que significa tomar cuidados para não infectar o outro e respeitar o outro. Temos que ter um comportamento humano, de empatia e olhar para o irmão que está ao nosso lado”.

Clarice Graupe Daronco

FONTE: JMV