Partido Novo suspende vereador de Blumenau após confusão com guarda de trânsito

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nota informando a suspensão foi divulgada pelo partido no final da manhã desta segunda-feira (2) e a suspensão vai vigorar de 9 de agosto a 8 de novembro. O Novo informou que, após a conclusão do procedimento interno que foi aberto para avaliar a conduta do vereador durante a ocorrência de trânsito, a comissão “entendeu que a postura apresentada pelo vereador no caso não condiz com o que o partido espera de seus representantes”. O próprio vereador também informou por meio das redes sociais que recebeu a decisão da Comissão de Ética do partido e disse que considera a punição “demasiadamente severa”. “Humildemente, porém, acato a decisão sem questionar, abrindo mão inclusive do meu direito de recurso”, completou.

Na publicação, Tuca também informou que vai se afastar da atuação na Câmara de Vereadores pelo mesmo período, apesar da suspensão partidária não obrigar a licença do mandato.

“Porém, entendo, que esta cadeira que ocupo não pertence a mim, mas a toda população blumenauense. Por isso, tomei a iniciativa de pedir o meu afastamento temporário, durante o período da suspensão, para que, assim, o mandato seja exercido por um dos meus suplentes, respeitada a ordem determinada pela legislação eleitoral”. declarou.

Pela ordem, quem deve assumir a cadeira de Tuca durante o três meses é o suplente Diego Nasato.

Relembre o caso

O vereador Emmanuel “Tuca” dos Santos foi flagrado coagindo um agente da Guarda Municipal de Trânsito após a esposa receber uma multa de trânsito. Ela foi autuada por parar em local proibido e transitar no corredor de ônibus enquanto deixava o parlamentar em frente à Câmara de Vereadores, na região central da cidade.

O caso aconteceu no dia 20 de abril deste ano, mas se tornou público no dia 1º de julho, quando um vídeo mostrando a atitude do vereador, gravado pela câmera que fica na farda do agente, foi divulgado.

No dia seguinte a divulgação do vídeo o partido Novo já havia se manifestado reprovando a atitude do vereador e informando que, apesar do vereador ter se desculpado quando o caso se tornou público, a situação seria encaminhada ao órgão partidário responsável por avaliar a conduta dos filiados.

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