CHEGA DE FÉRIAS, HORA DE VOLTAR PRA ESCOLA COM A SAÚDE PROTEGIDA!

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A carteirinha de vacina das crianças deve estar atualizada para segurança de todos!
Santa Catarina saiu na frente, fez o retorno das aulas em 2021 no modelo híbrido – presencial e remoto, com tempo em sala de aula e tempo em casa. Para isso, as escolas adotaram vários critérios de segurança e combate a Pandemia de Coronavírus, para garantir a saúde dos alunos, equipe pedagógica e familiares que funcionou no primeiro semestre. Mas tem mais alguns meses de aula pela frente, com outras doenças, além da Covid-19, que continuam por aí, e precisam de atenção também.
A vacinação da Covid-19 tem sido o foco da população, mas vacinar as crianças que ainda não fazem parte dos grupos prioritários contra outras
doenças é uma das medidas mais importantes de prevenção. A imunização protege o nosso organismo contra os vírus e bactérias, responsáveis por diversos tipos de patologias graves.
Esse momento é bem importante para revisar a caderneta das crianças e também dos adultos que trabalham na educação. Afinal, na escola as crianças e professores ficam expostas a diversas doenças que podem ser evitadas com vacina. O convívio entre pessoas de vários núcleos familiares aumenta o risco de contágio e por isso a imunização é fundamental. “Durante as aulas, as crianças apresentam mais doenças, como viroses, gripes, e a imunização é forma de protegê-las”, explica a epidemiologista Vanessa Maciel, consultora da Primme Vacinas, clínica especializada em imunização adulto e infantil.
Aquelas doenças simples, comuns até, como catapora, gripe, ou mesmo as mais graves como tuberculose e meningite, são apenas algumas que podem ser combatidas com vacinas. A imunização já erradicou diversas doenças no Brasil, por isso é importante manter a meta vacinal.
A atualização da carteira de vacina desde bebê não protege somente a criança, mas sim toda a sociedade, pois uma pessoa não vacinada pode contagiar uma vacinada. A segurança coletiva depende de elevadas taxas de vacinação. “Por isso a gente sempre fala, quanto mais pessoas estiverem protegidas, menos chances de doenças voltarem a contaminar a comunidade”, explica Vanessa.

TEXTO – Danielle Lottermann