Carreiras e negócios que mais exigem inglês Conhecimento do idioma é demandado em áreas como Relações Internacionais, Marketing, Tecnologia da Informação e Tradução.

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Algumas profissões e ambientes de negócios demandam mais o inglês do que outras. Uma pesquisa feita pelo Banco Nacional de Empregos (BNE) indicou quinze carreiras que exigem a língua inglesa como requisito para o preenchimento de vagas. Todas são profissões de nível superior e incluem áreas da Tecnologia da Informação, Comunicação, Marketing, Telecomunicações e Relações Internacionais. 

Com a competitividade no mercado de trabalho e a globalização das atividades, ter uma segunda língua é um pré-requisito avaliado pelos recrutadores em 95% das profissões listadas pelo levantamento do BNE. O investimento nos estudos de inglês passam a ser fundamentais para quem deseja pleitear uma vaga nesses setores. 

Segundo um estudo realizado pelo British Council e pelo Instituto de Pesquisa Data Popular, 5% da população brasileira entende e consegue falar outro idioma sem ser o português. De acordo com os dados, dessa porcentagem, apenas 1% é fluente no inglês. Nesse cenário, o inglês para empresas é uma alternativa para quem busca aproveitar melhor os estudos para a carreira. 

Inglês faz diferença em algumas profissões

Uma pesquisa feita pela Cambridge English Language Assessment, revelou que “95% dos empregadores de países não nativos do idioma consideram o inglês importante”. Com esse dado é possível pensar na relevância que o idioma tem para os profissionais que almejam vagas em empresas estrangeiras, além das nacionais. 

A área de Relações Internacionais, por exemplo, é uma das que exigem o inglês, pois lida diretamente com o comércio exterior e ações conjuntas de diferentes países. Por isso, quem atua na importação, na exportação ou em consulados e embaixadas precisa ter o idioma como habilidade básica. 

O Marketing é outro campo entre os que mais necessitam de profissionais qualificados na língua inglesa. Com a integração da internet, das redes sociais e para se manter atualizado sobre as tendências globais, é preciso que o trabalhador esteja com o segundo idioma na ponta da língua. 

Profissões da Comunicação, como jornalismo, assessoria de imprensa, publicidade e relações públicas, também podem exigir conhecimento em inglês, especialmente para aqueles que desejam cargos que rompam barreiras geográficas. 

Já a Tecnologia da Informação é uma das profissões com mais defasagem no preenchimento de vagas abertas no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), até 2024, a projeção é de que o déficit de profissionais chegue a 260 mil. As razões para o problema incluem o pouco domínio do inglês e a falta de qualificação educacional. 

Para os profissionais de Tradução e de Interpretação, o inglês é base curricular essencial. A interpretação simultânea de eventos, por exemplo, exige habilidade e fluência para identificar nuances e gírias da língua. Os tradutores também precisam apresentar facilidade e conhecimento profundo do idioma. 

Métodos de aprendizado da língua inglesa

Para aliar aprendizado e otimização do tempo, a mentoria de inglês pode ser uma opção para quem quer ter tranquilidade para colocar essa habilidade no currículo. Segundo a professora de inglês e fundadora da Ruby Academy, Roberta Falcão, o tempo que cada aluno leva para estar apto e conseguir uma vaga varia. 

“Já tivemos alunos que fizeram somente uma sessão de mentoria e conseguiram passar em uma entrevista. Como o trabalho é personalizado, pode ser preciso mais ou menos sessões.”

Ela explica que o diferencial da mentoria em relação aos métodos tradicionais de aula é conseguir alavancar o nível de inglês e preparar o profissional para desafios concretos. As mentorias funcionam para quem tem objetivos específicos, como uma apresentação, uma reunião ou uma entrevista. 

A principal dica para quem quer acelerar e complementar os estudos ao longo do processo é a participação ativa. “É preciso buscar por conteúdos em inglês fora do ambiente de sala de aula e, por isso, sempre indicamos ao aluno mentorado procurar por assuntos de seu interesse”, acrescenta Roberta. 

A partir da metodologia Take Ownership of Your Learning Process (Tolp – Assuma o comando do seu processo de aprendizado), a ideia é dar autonomia ao aluno a longo prazo.

Experta Media – Suellen Martins