Caixa: mulher de Guimarães diz que denúncias buscam ‘destruir’ família; Michelle Bolsonaro apoia

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Ex-presidente da Caixa Econômica Federal foi acusado de assédio sexual por várias funcionárias. Ministério Público investiga. Manuella Guimarães vê ‘ataques deliberados e impiedosos’.

A mulher do ex-presidente da Caixa Econômica Federal Pedro Guimarães, Manuella Guimarães, disse nesta segunda-feira (4) por meio de uma rede social que as acusações contra ele de assédio sexual e moral têm por objetivo “destruir” a família dos dois. Ela recebeu o apoio da primeira-dama Michelle Bolsonaro que a replicou a postagem com um comentário: “Querida”.

Pedro Guimarães pediu demissão na semana passada após se tornarem públicas denúncias de funcionárias do banco que relataram ter sofrido do ex-presidente abordagens que configuram assédio sexual e moral. Ele nega as acusações.

Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) investigam o caso. O Tribunal de Contas da União (TCU) também abriu processo para apurar a conduta do ex-presidente e os mecanismos de combate e prevenção ao assédio dentro do banco.

“Sabíamos que na luta pelo Brasil haveria deslealdade, inveja, sordidez e falsidade. Sabíamos que seriam acompanhados de ataques deliberados e impiedosos com objetivo único de destruir nossa família”, afirmou Manuella Guimarães.

Ela disse travar uma “guerra” pelo Brasil que, segundo afirmou, começou em 2014 com o pai, o empreiteiro Leo Pinheiro, delator do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Operação Lava Jato — depois, Pinheiro voltou atrás nas acusações ao ex-presidente, pré-candidato a presidente na eleição deste ano.

“Para muitos, minha guerra por um Brasil melhor começou em 2019 com o Pedro Presidente da Caixa Econômica Federal. Entretanto, começou em 2014 com o meu pai, Leo Pinheiro. Lutamos armados com a verdade e somos protegidos pela fé”, escreveu Manuella Guimarães.

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