BRASIL ESTÁ COM VACINAS DO CALENDÁRIO INFANTIL ABAIXO DO RECOMENDADO

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Os dados são do Ministério da Saúde, e mostram que a cobertura vacinal de algumas doenças voltou ao patamar dos anos 80 no país. A cobertura da vacina contra a poliomielite por exemplo, doença grave que causa paralisia, estava em 98% em 2015, no ano passado caiu para 76%. Em Santa Catarina em 2015 os números eram melhores do que o nível nacional, superior a 100%, e no ano passado também caiu para 88%. Neste ano, os dados mostram que a vacinação continua baixa, até início de setembro era de 81%.
A Tetravalente, vacina que protege bebês e crianças contra doenças virais que estavam erradicadas, como sarampo, caxumba, rubéola e catapora também está bem abaixo do que o recomendado pelos órgãos de Saúde Pública. Em 2015 a cobertura da tetra em Santa Catarina era de 80%. Em 2020 caiu para 60%, e neste ano, até setembro de 2021, os números mostram que apenas 31% das crianças foram vacinadas.
“A cobertura vacinal recomendada para estas vacinas deve ficar acima de 95% para evitar surtos das doenças. Nossa preocupação está em mostrar aos pais a importância de vacinar seus filhos. Caso não queiram ir até um posto de saúde, por conta da Pandemia, a rede privada é autorizada a aplicar os imunizantes. Mas é importante vacinar”, alerta a enfermeira Amanda Fernandes, imunizadora na Primme Vacinas, clínica especializada.
Aos papais, basta comparecer a uma unidade de saúde, ou clínica de vacinação com a carteirinha da criança para atualizar as vacinas e garantir a segurança de toda a população. Já que a vacina não é uma proteção individual, é proteção comunitária. O pequeno Arthur Gonçalves, já concluiu a primeira agenda da vida: a de vacinas. Os papais preocupados fizeram a vacinação completa, na Primme Vacinas, clínica especializada em imunização e que tem uma equipe preparada para atender a família toda.

Jornalista
Daniele Lottermann