ALBA QUER CRIAÇÃO DO “VALE DO SOFTWARE”

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O deputado Ricardo Alba, ao utilizar a tribuna da Assembleia Legislativa, convocou um esforço do poder público municipal e estadual para que criem políticas públicas ainda mais efetivas que venham a apoiar a indústria tecnológica na região de Blumenau, visando criar ali o ‘Vale do Software’.

O deputado Ricardo Alba, ao utilizar a tribuna da Assembleia Legislativa, convocou um esforço do poder público municipal e estadual para que criem políticas públicas ainda mais efetivas que venham a apoiar a indústria tecnológica na região de Blumenau, visando criar ali o ‘Vale do Software’. Alba relatou informações estatísticas que dão conta que Blumenau possui, hoje, 711 empresas de tecnologia, com um faturamento de R$ 1,5 bilhão em 2020 – o equivalente a 20,43% do total de notas fiscais eletrônicas emitidas no município (excetuando o faturamento dos bancos). “É a indústria do presente e do futuro, com amplas vantagens para a comunidade. Podemos transformar a região no Vale do Silício brasileiro”, acentuou.
Alba elencou as vantagens da indústria tecnológica, como de software, por exemplo: “É indústria limpa, não poluente. Paga salários bem acima da média e tem alta empregabilidade entre os jovens que chegam ao mercado de trabalho. Além disso, permite facilmente o trabalho à distância, que evita mais problemas de mobilidade”, disse o deputado. Apostar no ‘Vale do Software’ é aumentar trabalho e renda, com benefícios óbvios para toda a comunidade, pois aquece a economia regional, justifica o parlamentar. Para ele, se o poder público apoiar efetivamente a criação de novas empresas e o crescimento das atuais, atrair outras e colaborar na formação de mão de obra, as comunidades de toda a região serão beneficiadas. O deputado mostrou imagens do pioneirismo da indústria tecnológica de Blumenau, que iniciou com a Cetil, nos anos 70, precursora do segmento. Foi o maior birô de serviços da América Latina e criador do editor de texto Fácil. Na mesma década, a Furb abriu seu curso de computação, o quarto do país. Nos anos 80, a WK Sistemas, criou o primeiro software brasileiro com janelas sobrepostas, que foi premiado nacionalmente e tornou-se o primeiro produto nacional em Windows. “Hoje temos tantas outras empresas nascidas aqui, líderes de mercado Brasil afora”, ressaltou, ao dizer também da importância da formação da mão de obra para este mercado, quando citou o programa Entra 21 da Blusoft.

Assessoria de Comunicação
Gabinete Deputado Ricardo Alba